Afinal, as doenças oculares são hereditárias?

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Diferente das doenças genéticas onde ocorre um “erro” nos genes decorrentes de diversos fatores como radiação, má alimentação ou estresse, as doenças hereditárias são heranças genéticas transmitidas entre gerações. O daltonismo, diabetes e hipertensão arterial são exemplos de algumas das doenças hereditárias mais comuns.

Estima-se que existam por volta de quatro mil tipos de doenças hereditárias e cerca de um terço delas afetam os olhos de alguma forma. Assim como grande parte das demais, as doenças visuais hereditárias possuem mais chances de tratamento e algumas até de cura, caso detectadas com antecedência.

Algumas das doenças hereditárias visuais são:

Daltonismo: deficiência onde o indivíduo não consegue distinguir ou reconhecer determinadas cores;

Glaucoma congênito: doença ocular infantil causada pela pressão interna do olho do bebê que causa lacrimejamento e fotofobia;

Catarata congênita: infecções durante a gestação podem fazer com que o bebê nasça com a malformação do cristalino;

Retinose pigmentar: a retina do olho é afetada, dificultando a visão periférica, central e noturna, assim como a perda da identificação das cores;

Miopia: condição onde os objetos distantes aparecem embaçados.

Portanto, converse com seus familiares mais próximos e procure estar sempre informado em relação ao histórico de doenças hereditárias presentes em sua família, pois essas informações podem facilitar o diagnóstico do profissional de saúde e aumentar as possibilidades de tratamento. Consulte sempre um médico de sua confiança e se possível apresente a ele seu histórico familiar para dar início as prevenções.

Por isso, é importante estar em dia com os exames e consultas médicas, assim como estar atento a sintomas incomuns que exijam cautela. A atenção com bebês e crianças é redobrada em caso de doenças hereditárias, pois, como já dito acima, o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de tratamento e cura.